/* /* /* Bananada de Goiaba

Bananada de Goiaba

PEQUENOS REGISTOS PARA os meus amigos, que nunca sabem nada de mim... e sei lá eu se com ISTO vão saber mais, ou melhor!
 

Resumindo e Concluindo

quinta-feira, julho 22, 2004

Deixo-me destas tretas das Introduçoes/desenvolvimentos/conclusões e Capitulos!
(a menina Encantada que me perdoe!)

Claro que não se trata de uma questão de veia. Não! Até porque as minhas são bem azuis.
(as do lado do pai, porque as do lado da mãe são bem pretas!!!)

É simplesmente por uma questão de tempo! TEMPO!!! Esse meu maior inimigo…
(só falta uma semana!)
Semana…

Bem, passemos ao RESUMO daquilo que de facto interessa, a mim, se não, estou aqui, estou na worten!

Há vários motivos que me fazem não gostar de conduzir o carro do Márinho:
1º porque não é meu (livros, discos, o carro e a mulher ou o marido, não se emprestam);
2º porque é enorme;
3º porque posso ficar a gostar e depois não querer voltar para o meu peugeot106:
4º porque anda muito (e eu gosto muito);
5º porque se tiver a pouca sorte de o bater, não tenho tempo para o mandar arranjar (cá está o tempo novamente, esse meu maior inimigo – estás a repetir-te – eu sei!!!… e só falta uma semana…)

Comecei a sentir que eu e o “querida querida comprei um mégane”
(é este o nome do carro do Márinho) eramos um só ao Kilómetro 37 (inventei… sei lá eu quantos kilometros são até Alverca!).
A partir daí foi sempre a subir a A1 com a maior das minhas seguranças.
As miudas cantaram o reprutório todo das musicas que sabiam. Algumas também cantei, outras limitei-me a filtrar os meu ouvidos. Não é por nada, mas não faço a minima a quem elas foram buscar aquelas vozes…

A certa altura ao Km 358 ( dah!) o silêncio abateu-se no interior do “querida querida comprei um mégane” e eu já deitava estrada pelos olhos.
As duas paragens que tinhamos feito não tinham sido suficientes para inalar a nicotina vital ao funcionamento do meu organismo. Para não falar da dependencia que o mesmo tem da caféina... até a ouvia gritar ao longe por mim.

Parámos mais uma vez e na milesima tentativa a Mariana pergunta:
- MÃÃEE (não sei a quem ela foi buscar esta voz!)
- sim…
- Estamos quase a chegar?
- NÃO! Já te disse quinhentas MIL vezes que ainda falta muito. Só chegamos quando começar a ficar de noite.
- E falta muito para ficar de noite?
- RRHHHHHH!!!
- Pareces o burro do Shrek! Ainda não percebeste que Bragança fica em Bué Bué Longe?!… Esta míuda!!! – respondeu a Mafalda.

De volta á estrada pedi para me escolherem um cd.
- Queres este piroso das flores roxas?
O IP4 foi sonorizado (no modo sem fim) com o meu album preferido do Prince! O das flores rouxas pirosas, como lhe chamou a Mariana. Foi uma escolha sensata porque aquela zona do Marão é complicada!

... (musica) lá lá lá ... take me whith you ... (musica) = agora estou eu a cantar!!! ...

Finalmente começam a aparecer as tabuletas em BuébuéLonge a indicar a entrada para Bragança.
- MÃEE É AQUI… NÃO VIRASTE, MÃEE!!!
- Era ali? E agora? Não dá para voltar para trás… gaita! Vamos parar a Lisboa outra vez…
- OH MÃE!!! … se fosse o pai não se enganava…
- Então, para a próxima, vão com o vosso pai, boa?
- …
- RHHHH!!!
- …

Saio da auto-estrada em direcção ao Portelo e sigo a estradinha (ás curvas) até á casa da tia Alda.
Uauu! Estava estupfacta comigo mesma! Nem me perdi nem nada. Fui direitinha até ao portão daquele casarão. E agora um dilema maior que o Marão:

Como subiria eu com o “querida querida comprei um mégane” aquela RAMPA INGREME feita de pedras brancas com uma risca de relva verde (podia ser castanha…) no intervalo delas???

Gastando alguns centimetros de pneus…

(continua... não sei é quando!!!)

***
 

"Que dias há¡
que na alma me tem posto
Um não sei quê,
que nasce não sei onde
vem não sei como
e dói não sei porquê."

(Luis Vaz de Camões)

plosanimais
Na minha vida REAL...

 

"A realidade é um detalhe,
  Pra quem sonha ela é um desafio.

 

... fica para depois!

neste momento não consigo ler mai nada!!!

 

Existem, e tenho que ler...
No baú

@ Correio